Pesquisar este blog

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Paleta de Cordeiro com Alho e Alecrim do Jamie Oliver, do livro Jamie Oliver em Casa.

Dia 14-01-2010

Os convidados estão no outro post!

Em mais um vôo solo, resolvi estender a culinária cordeiriana para os meus queridos vets, que assim como eu, compartilham a paixão pelos cordeiros, mais na travessa que no pasto, hehehe.

A receita é basicamente a mesma do pernil, só que leva menos tempo de cozimento, leva papel alumínio, menos temperos e complementos (porém, os poucos que vão, são mais abudantes em quantidade: alho e alecrim, carros chefes dessa receita). As batatas com manteiga e tomilho dessa vez foram na própria travessa, o que deu certíssimo, conforme especulado na última aventura gastronômica. Ah sim, mais uma diferença fundamental entre as receitas, essa é com paleta e não pernil.

No final sobrou só o osso das 2 paletas com batatas, o que me levou a crer que ou estava muito bom ou faltou comida, ou um pouco de cada, hehehe.

As críticas foram pertinentes a respeito de tempearar um pouco mais o pernil e um pouco menos a batata, mas isso não interferiu de forma alguma no conjunto final da obra, que se equilibrou lindamente (as batatas levemente mais salgadas com o pernil levemente menos temperado).

Os presentes nessa empreitada foram: Nemo (que não bebeu, para espanto geral da nação), Pu, Minhoca (ou Morim, para os íntimos), Guigui (ou Gugu para todos os outros que não eu e a Polly), Carla Ba** (que não sabe ler e-mails), Dri (um grande fã de cordeiro, que pediu molho de vinho e recebeu na hora, hehehe), Polly e Eu.

Reitero aqui que os vôos solo não são oficiais e que a próxima balada culinária já terá presente a Vivi do Leo Vivi e ocorrerá no final de janeiro, quando então voltaremos aos "chrabai" oficiais.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010















Pernil de Cordeiro Perfeito, nas palavras de Jamie Oliver, executado no dia 03-01-2010.

Integrantes: Eu, Polly, Cris, Zé, Cacá.

Aprovado!


Na ausência de Vivi, o Leo resolveu voar solo para mais um desafio gastronômico. Acordei no domingão meio com preguiça, aquela típica dos domingos, e tava inclusive com uma baita preguiça de cozinhar, fato que Polly estranhou mas que também associou à minha preocupação com os seres canídeos e peixídeos aqui de casa que não me deixavam decidir muita coisa com sensatez.

Enquanto passava no Super Nosso pra comprar ingredientes prum prato que a Cris ia fazer, me deparei com um desafio e também desejo de longa data de cozinhar: um pernil de cordeiro. Já associei o belo corte com uma receita do meu tutor literário Jamie Oliver, ligamos pra Cris pra pedir o aval pra mudança súbita de receita e também para consultar os ingredientes da mesma, que foram os básicos para qualquer bom pernil.

Sobre uma miscelânea de legumes (cebola, alho, cenoura e aipo) e um punhado de ervas (tomilho, alecrim, louro e sálvia) o pernil de cordeiro foi cozinhando por 3 horas, fazendo um vinha d'alhos e acrescentando meus toques fora da receita: um copo de vinho e um copo de vingare de vinho, que foram sendo regados lentamente sobre a carne pra deixá-la molhadinha.

Por fim, separei o pernil, embrulhei em papel alumínio e deixei em forno baixo. O caldo que escorreu do pernil engrossei com farinha e os legumes foram para mais um copo de vinho em uma panela em fogo alto para darem uma amolecida final e pegarem mais um gostinho. Os legumes foram reincoporados à travessa do pernil, agora já sem o alumínio e o caldo engrossado foi despejado sobre a carne.

O almoço foi acompanhado de um arroz com cebolas do Zé, que quase queimou o mesmo, e por umas batatas ao forno com mateiga e tomilho da Cris, que acompanharam muito bem o prato (assim como o arrozão do Zé).

As notas ficaram por volta de 8,5; mas essa não conta como uma etapa do degrau porque eu, como descrito no começo, cozinhei sem a Vivi do Leo Vivi. As sugestões foram de aumentar a quantidade de legumes da receita, pois os utilizados acabaram e de deixar o pernil mais um poquinho no forno, porque a parte mais grossa dele ficou um pouco mal passada demais na proximidade do osso (apesar dos integrantes Guedes Mendonça terem curtido a idéia dum "já te vi" no almoço de segunda).

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009















Lagarto ao molho de cerveja Guiness e queijo Cheddar.

O prato de ontem 29-12.

Presentes: Eu, Vivi, Polly, Humberto, Chico, Marina, Cris, Zé Lorenzato.

Para a descrição de como foi, leia o post anterior!

Toda jornada começa com uma espécie de escada, ainda mais para mim, um jovem aprendiz. Considero ontem o primeiro degrau do, espero eu, grande aprendizado que terei ao longo desse ano. O prato de ontem foi um adaptado do Jamie Oliver, uma carne ao molho de cerveja preta e queijo cheddar. As críticas foram somente a pontos que eu não pude cumprir da receita devido a falta de tempo e planejamento prévio (foi unanimidade que a carne de maçã do peito e/ou músculo e o cheddar original eram necessários à perfeição da receita, mas não os encontrei no super nosso, para minha decepção). O molho, que alterna entre panela e forno diversas vezes é uma delícia que vale a pena repetir e é muito mais sofisiticado e saboroso que esses de cerveja preta que se costuma encontrar em bares e casas noturnas.

O primeiro degrau: nota 7.

De entrada reproduzi um outro prato do Jamie Oliver totalmente adaptado a uma receita da minha tia Marlene de poços, de um molho de tomate super reduzido para acompanhar um bom pão. Deu certo, mas não chegou onde eu queria, mas estava uma delícia e é de uma simplicidade que certamente repetirei para quebrar a monotonia de pães e queijos e patês das mesas de petiscos que sempre se encontram aqui em casa (não menosprezando os queijos, lembrem-se que minha atual profissão é estudar queijos, hehehe).

O meu aprendizado nessa primeira etapa: seguir um pouco mais a receita, ela não foi criada daquele jeito a toa. Mas eu jamais seguirei uma receita à risca, pois para mim cozinhar é dar o seu toque à interpretação de uma receita. Até a próxima pessoal (deve ser no finalzinho de janeiro)!

sábado, 26 de dezembro de 2009

Resolução de Ano Novo

Inspirado no filme do cartaz ao lado e também pelo meu ilustríssimo Tio Augusto com o seu projeto "Augusto no Buteco", em que foram blogados 200 happy hours e/ou horas felizes ao longo de 2009, comecei a divagar sobre a idéia de um diário culinário.

Algumas outras fontes de inspiração também foram de suma importância para o nascimento da idéia: um projeto com meu grande amigo Madeixa/Ikona de uma noite de comes e bebes bacanas (que será melhor explicada adiante) assim como as maravilhosas lembranças dos agora um pouco escassos (por diversíssimos motivos) almoços de domingo em que cozinhava pros outros com grande deleite.

Também não podem ser deixados de lado alguns dos responsáveis pela minha paixão pela cozinha: minha sogrona Cris (que me ensinou o que é uma boa comida italiana), meus tios Vivi e Humbertão (que me ensinaram a importância da pimenta na culinária), minha Vó Ida (que sempre me lembra que a cozinha corre nas veias dos Acurcios e Cecatos e que por isso que todo mundo daquele lado gosta tanto de cozinhar) e claro, os Véi e a Paully (se não fosse por eles eu não teria pra quem e porque cozinhar).

Chega de enrola e vamos ao projeto! A idéia é cozinhar, uma vez ao mês, pratos inéditos aos dois cozinheiros deste blog (Leo & Vivi, que se inscreveu para o projeto tão logo ele foi esboçado no casamento de meu primo Ugo) que se encontrem dentro de algum livro de receitas novo ou velho das casas de um de nós dois. Essa idéia está fortemente vinculada ao filme, que recomendo fortemente que assistam, especialmente se são cozinheiro amadores como eu.

No que diz respeito aos convidados, qualquer um está convidado, mas também tem desafio pros cobaias (além do desafio de serem nossos cobaias, hehehe): cada convidado terá que trazer uma bebida que nunca experimentou (calma, calma, não precisa ser licor de pequi não, pode ser uma marca de cerveja que você nunca bebeu por exemplo...), para estimular, também, a curiosidade e a audácia de vocês. Essa idéia é totalmente influenciada pelo projeto do Ikona, que era mais ou menos isso aí que acabei de explicar.

Vamos tentar liberar a data sempre uma semana antes e as inscrições vão ser feitas por aqui mesmo, e, caso não role nenhuma, o sexteto das duas famílias participantes assim como a minha Polly e sua família já serão, como sempre, a melhor das companhias!

As fotos do prato, das bebidas e dos convidados, com comentários dos autores, será sempre exibida o quanto antes!

Depois dessa festaiada de fim de ano, conclui que a chave da longevidade é a felicidade e a despreocupação (só isso!) e não importa como ambos forem obtidos! E nesse meu novo conceito, os pilares desse projeto são grandes agentes que me deixam desestressado e alegre, então, viva 2010 e viva a boa comida e a boa bebida!